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martes, 14 de febrero de 2012

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V

Facebook é a fogueira do século XXI, diz Michio Kaku

Para o divulgador de ciências americano, a exemplo do que fazia ao redor do fogo, homem se reúne em torno da rede para compartilhar informações

Renata Honorato

Michio Kaku durante a sua apresentação na Campus Party (Cristiano Sant´Anna/indicefoto.com )

O físico Michio Kaku, de 65 anos, é professor da Universidade da Cidade de Nova York e uma espécie de tradutor da ciência de ponta para os leigos. Autor de nove livros (o mais recente é Physics of the Future: How Science Will Shape Human Destiny and Our Daily Lives by the Year 2100), o pesquisador protagoniza documentários no Discovery Channel e na BBC onde apresenta de forma didática as grandes descobertas da física moderna. É, além disso, entusiasta da internet e das redes sociais. Na entrevista concedida ao site de VEJA durante a Campus Party, no último sábado, ele afirmou que o destino do Facebook é crescer e que seu papel na sociedade é o mesmo exercido pela fogueira ao longo da civilização: se, no passado, o ser humano se reunia em torno do fogo para contar e ouvir histórias, hoje, as pessoas usam a plataforma para compartilhar o que sabem e se informar. " Ainda trocamos informações sobre quem fez o quê, quem está se destacando, quem está seguindo tendências, quem está se envolvendo em escândalos", diz. Confira os principais trechos da entrevista a seguir.

Em seu último livro, o senhor diz que, no futuro, as pessoas irão interagir por meio de avatares holográficos. O que isso vai mudar nas relações humanas? Quando o telefone foi inventado, muitas pessoas criticaram a nova tecnologia e questionaram a sobrevivência das relações humanas. Na época, dizia-se que não iríamos mais conversar à mesa do jantar. Os críticos estavam certos. Já não falamos tanto com nossos familiares, mas expandimos nosso círculo de amigos. Atualmente, as crianças jogam videogame com parceiros na Rússia, Austrália ou Islândia, e isso está aumentando o nosso círculo de relacionamentos, e não reduzindo-o. Pense, por exemplo, em um asilo. O asilo sempre foi um lugar muito triste, porque era onde as pessoas esperavam pela morte. Hoje, com a internet, isso mudou. Agora, os idosos podem jogar cartas com pessoas de todo o mundo ou encontrar indivíduos com hábitos peculiares como os seus em outros países e continentes. É como uma faca de dois gumes, reconheço: de um lado, não temos tantos contatos pessoais como antes; de outro, elevamos nossos contatos digitais para milhões ou bilhões.

O futuro, segundo Michio Kaku

• Os computadores como conhecemos irão desaparecer: todos os dispositivos e objetos a nosso redor serão 'inteligentes' e estarão conectados
• Passaremos do capitalismo de commodities para o capitalismo intelectual: atividades repetitivas perderão valor; o conhecimento será valorizado
• A medicina será integrada à ciência da computação: procedimentos não serão mais invasivos, mas realizados por microdispositivos inteligentes
www.mkaku.org
O senhor joga videogames? Não. Mas é preciso reconhecer que a indústria de games é muito maior do que a de Hollywood, e eu acho que existe um bom aspecto nisso. É uma tendência crianças pensarem digitalmente e serem atraídas pelas novas tecnologias. Os games as preparam para o novo mundo. Esse é o futuro de suas carreiras, entretenimento e interação social.

As redes sociais são plataformas muito populares no Brasil. O que acontecerá com Facebook e Twitter nos próximos anos? Eles se tornarão ainda maiores. Isso porque não vamos mudar nossa personalidade nos próximos 100.000 anos. Nos 100.000 anos anteriores, trocamos a pedra pelo GPS, mas nosso cérebro não mudou e ainda amamos a fogueira: em torno dela, contamos histórias e rumores. Ainda trocamos informações sobre quem fez o quê, quem está se destacando, quem está seguindo tendências, quem está se envolvendo em escândalos. O Facebook é a fogueira da atualidade. A grande diferença é que agora podemos fofocar com bilhões de pessoas (risos). A natureza humana não mudou nos últimos 100.000 anos e 99,9% das pessoas que vivem no planeta Terra se comunicam através de fofocas. Temos a necessidade de saber rumores sobre a vida dos famosos, dos bonitos – isso é normal.

Em seu livro, o senhor também diz que, no passado, as pessoas criavam deuses porque não conseguiam compreender os grandes fenômenos da natureza, mas que, no futuro, seremos nossos próprios deuses. O que isso significa? Realmente seremos deuses. Pense em um idoso em 1900, quando longas viagens sequer passavam pela cabeça dele. Se ele pudesse viajar no tempo para conversar com uma pessoa de hoje, certamente a consideraria uma feiticeira. O mesmo acontece agora. Se imaginarmos uma criança em 2100, é possível compará-la a um deus. O que os deuses fazem? Eles controlam coisas através do pensamento. O individuo do futuro também terá corpo perfeito e será sempre jovem, como o deus grego Apolo. Ele tinha carruagens voadoras e nós teremos carros voadores. O Pégasus (cavalo alado) é um animal que não existe, mas poderemos criar animais mitológicos no futuro. Seremos mais felizes? A resposta é: não. A natureza não mudou nos últimos milhares de anos e os humanos sempre vão ter do que reclamar. Mesmo com o poder dos deuses, vamos querer mais poder, e isso não nos garantirá a felicidade.

Os cursos on-line não têm a mesma credibilidade dos cursos presenciais. O que vai mudar na educação nos próximos anos? Somos animais sociais e não mudamos muito nos últimos 100.000 anos. Gostamos de mentores. A cada dia encontraremos mais e mais literatura de grandes pesquisadores na internet, mas atividades como orientar, aconselhar e guiar continuarão sendo executadas pessoalmente. Isso não vai mudar, porque esse processo nos ajuda a entender quem somos. Máquinas não têm senso comum e não entendem como os humanos interagem.

veja
3 \ MySpace
O curioso – e tímido – crescimento do MySpace nos EUA



Há poucos dias, a empresa de métricas comScore apresentou um dado nada desprezível sobre a rede social MySpace, que parecia estar no chão: o site voltado ao público apaixonado por música amealhou novos usuários e, após um ano de queda vertiginosa, voltou a crescer.


Leia também: redes de nicho – elas sobrevivem?

O acesso ao MySpace cresceu 4% no mês de janeiro, considerando-se o número de visitantes únicos nos Estados Unidos. Assim, a rede se mantém à frente dos crescentes Google+ e Tumblr. Segundo a versão digital do jornal americano The New York Times, o atual executivo do MySpace, Chris Vanderhook, anunciará nos próximos dias o acréscimo de 1 milhão de usuários à plataforma. É uma vitória – e uma sobrevida para fazer esquecer o passado sombrio.

Fundado em 2003 e vendido dois anos depois por cerca de 580 milhões de dólares para a News Corp., do magnata das comunicações Rupert Murdoch, o MySpace foi pioneiro no segmento. Chegou a reunir mais de 230 milhões de usuários em todo o mundo. Foi o Facebook do período compreendido entre 2003 e 2006.

Na época, grandes empresas como Unilever, Disney, Fox e Pepsi recorreram ao site para alimentar comunidades relacionadas a suas marcas. Desde 2008, contudo, o site perdia prestígio continuamente pela simples razão de não evoluir na velocidade do amadurecimento de seus usuários. Em seguida, tentou sucessivas (e mal-planejadas) mudanças, mas não parou de sangrar, perdendo adeptos para o rival Facebook. Já era tarde.

Desvalorizado, o site foi vendido em junho de 2011 por 35 milhões de dólares para o grupo de publicidade digital Specific Media, que tem como um de seus acionistas o cantor e produtor Justin Timberlake. Desde então, três ações foram executadas para garantir o crescimento: a atualização do próprio serviço – com o lançamento de um novo player de música -, a humilde interação com Twitter e Facebook, duas plataformas que, de rivais, tornaram-se aliadas, além do novo acordo fechado com produtores musicais, que já garantiu ao site a lista de 45 milhões de fonogramas, número superior ao de seu atual maior rival, o Spotify.

Os números da comScore sugerem que, com um projeto consistente, o MySpace pode prosperar como uma rede social voltada exclusivamente à música.

Tags: Comscore, crescimento, MySpace, novos usuários, rede social

Deixe o

miércoles, 4 de enero de 2012

EL SUICIDIO DEL PERIODICO- PERIODISMO

EL SUICIDIO DEL PERIODICO BY DAVID JIMENEZ UN REVELADOR,ESCLARECEDOR ARTICULO SOBRE PRENSA ESCRITA HOY.PERIODISMO CULTURAL YA FUE TAMBIEN,,,QUE HACER........
ventanadeimagenesCLIKEA para ver AQUI EN ESTE COLOR el link o enlace CLIK CLIK

domingo, 13 de noviembre de 2011

los-100-periodistas-con-mas-influencia EN TWITTER http://enriqueansaldi.blogspot.com/2011/11/los-100-periodistas-con-mas-influencia.html ----------

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http://enriqueansaldi.blogspot.com/2011/11/los-100-periodistas-con-mas-influencia.html

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Una nueva edición del clásico "Tangos en la Plaza"

será presentado el próximo sábado 19 de noviembre a las 20 en la centenaria Plaza 9 de Julio, Monseñor Larumbe y Necochea (Martínez) por el Centro Cultural del Tango Zona Norte, Academia Correspondiente de la Academia Nacional del Tango, en el marco de los festejos por el trigésimo aniversario de dicha ciudad. Gratis.

Como cada año, nos sumamos a las celebraciones con el compromiso de inundar el aire lugareño con aroma a 2x4 y de brindar un show acorde a la excelencia que demanda y merece nuestro público fiel, esta vez potenciado por la magnitud del festejo.


Por ello, designamos en la ocasión al pujante cantor solista Jorge Ariel y su particular estilo, la delicadeza y la calidad del dúo "Musas Orilleras", compuesto por Andrea Bollof (en voz) y la local Sandra Antonuci (guitarra), y el vigor y el ritmo propuesto por la Antigua Fray Pimiento, conjunto conformado por Laura Resua (Flauta traversa), Gonzalo Dalairac (Guitarra), Emiliano Stirling (Clarinete) y Matías Lovati (Violín corneta), el cantor Mauricio Díaz, mientras que demostrarán su elegancia los bailarines Adriana Benítez y Adrián Griffero. Conduce Jorge Gatti.

Acercan Colectivos 314, 343 (x304) y 707 (Cartel Verde)

Para más información tanguera entrá en www.nortangoxxi.blogspot.com

Agradece Esteban Fiorentino (J. de Prensa - 4747-4052)

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AMIGOS: ESTAMOS LLEGANDO A FIN DE AÑO, QUE LINDO SERÍA QUE TE DECIDAS A REUNIRTE COIN TU FAMILIA Y AMIGOS, CUALQUIER NOCHE, DEL 14 AL 22 DE DICIEMBRE, PARA LAS DEBIDAS SALUTACIONES Y DISFRUTAR DE UNA NOCHE ENTRE FAMILIA, AMIGOS Y TANGO.
TE LO ANUNCIAMOS CON TIEMPO PARA QUE NO PIERDAS LA OPORTUNIDAD Y RESERVES CON LA DEBIDA ANTICIPACIÓN.
TAMBIÉN A LOS INTÉRPRETES TANGUEROS QUE QUIERAN HACER SU PRESENTACIÓN DE DESPEDIDA DEL AÑO, LES BRINDAMOS LA OPORTUNIDAD DE HACERLO, EN UNA DE ESAS NOCHES, LOS INTERESADOS COMUNICARSE A: ELCLANDELTANGO@HOTMAIL.COM, PARA COMBINAR.




DEL 14 AL 22 DE DICIEMBRE, DESDE LAS 21HS., IDEAL PARA QUE TE REÚNAS CON TU FAMILIA Y AMIGOS, PARA LAS SALUTACIONES POR LAS PRÓXIMAS FIESTAS.
CLUB SOCIAL "VILLA LURO", BERMÚDEZ 526, CAP. FEDERAL
GASTRONOMÍA CASERA A PRECIOS DE BAR DE BARRIO.
AMENIZAMOS TU REUNIÓN CON TANGOS: MÚSICA, CANTO, BAILE.
NO SE COBRA DERECHO DEESPECTÁCULO.
EXCLUSIVAMENTE CON RESERVA PREVIA A 4-672.2645 Y/O A: CARLOSLAGOS@LIVE.COM.AR
LO PASAREMOS MUY BIEN EN TU COMPAÑÍA.
NO TE OLVIDES DE RESERVAR CON ANTICIPACIÓN.

http://www.youtube.com/watch?v=sQPoZtGFBi0



TE LO GARANTIZA: "BUENOS AIRES DEL 40"
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La Conjura de Casa Blanca-Magela Terzano

PARA: 1 destinatario
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Texto del mensaje



De: Magela Terzano [mailto:magelaterzano@yahoo.es]
Enviado el: sábado, 12 de noviembre de 2011 07:45 p.m.
Para: Rubens Stagno
Asunto: Re: [RED-PAT-PAY] RED(3324-e) La Conjura de Casa Blanca-Javier Ricca

Estimado Rubens
Me interesa fuertemente esta disputa Rica- Burgueño por temas de nuestra historia, aunque me perdi el inicio ya que durante un buen tiempo ,como sabes no recibi tus correos, hoy me llama la atencion que Rica llame HISTORIADOR NACIONALISTA a Ariosto Fernandez.
No se en que sentido usa el termino nacionalista el señor Rica (pertenecer al Partido Nacional o amar a la Nacion), pero, Ariosto Fernandez que era mi tio ,era colorado, un tipo bien, inteligente, objetivo, prolijo y muy estudioso que aportó grandemente con sus conocimientos en el suplemento marron del diario el Dia, donde creo recordar hay un articulo sobre la Conjura de Casablanca, aparte de sus libros.- El vasto y prolijo archivo de Ariosto despues de su muerte,y a su solicitud, fue donado a la Intendencia de Florida, sitio donde he concurrido en reiteradas oportunidades a consultarlo y no lo he logrado, recibiendo siempre la misma respueesta: "esta desordenado y fuera de consulta".
Esta bueno que los sanduceros reaprendamos y reelaboremos nuestra historia, y talves para alguna consulta la IMFoirida se ponga las pilas y ordenee ese valioso material y lo ponga adisposicion de todos, como Ariosto hubiese deseado.
Att.
Magela Terzano


Estimados amigos de la Red

En ocasiones las polémicas de parte se descuartizan en torno a insignificancias, perdiéndose el fondo del tema.
Cuando en una nota reciente, Burgueño considera que mi intención es una acometida a su persona, me retrotrae a un primer entredicho que surgió al sostener la inexistencia de la Conjura de Casa Blanca.
Si bien, mi planteo comenzó a tener eco a fines de 2008, el tema eclosionó cuando Burgueño envió un mail a nuestra Red en el que expresaba que la Revista Acerca era excelente, que le había gustado muchísimo.
Como en dicha publicación se encontraba un primer artículo de mi autoría sobre la Conspiración, estas palabras desataron la ira de un adherente a la fuerza de gobierno de ese entonces, porque mi posición consolidaba las conclusiones del Historiador Nacionalista: Ariosto Fernández y cuestionaba, por otra parte, el nuevo nomenclátor casablanqueño. Tras atribuir mi contendor, a dicho historiador una larga serie de argumentos políticos e ideológicos, con la intención de desautorizar su investigación publicada por el Instituto Histórico y Geográfico del Uruguay en 1963, mi respuesta fue – como lo imaginarán quienes me conocen- lo que siempre digo:

Estimado:
El historiador Ariosto Fernández, demuestra con abundante cotejo documental que el capitán de navío Miguel Ángel Michelena, los primeros días de febrero de 1811 estaba en Colonia y no en Paysandú.
Mientras no exista un documento que pruebe lo contrario la conclusión es muy simple: Sin captor no hay capturados. Con este sencillo epitafio, le ruego que si encuentra algún documento que contravenga esta teoría, tenga el bien de hacérmelo llegar. En tanto esto no suceda deseo transmitirle con profunda convicción de que no me interesa que la verdad histórica afecte los circunstanciales intereses de un gobierno departamental, ni tampoco me importa la filiación política de ningún historiador, si pertenece o no a una logia masónica, ni demás aspectos secundarios de su vida cotidiana.
Atentamente

Creo que disipado a esta altura que mi interés ulterior no fue antaño desprestigiar al gobierno frenteamplista ni lo es hoy a la administración del Partido Nacional, quiero extender sucintamente que mucho menos está en mi enfrentarme a los historiadores.
No deja de sorprenderme como, en ocasiones, el hombre, en fin, la condición humana, busca refugio en la manada y la siente como propia o en propiedad.
Me explico, en primer lugar aquí se debía optar entre dos líneas de investigación histórica. Una de ellas estaba estructurada sobre la base de conspicuos documentos y era patrocinada por un número reducido de historiadores. Convencido de esta última, me limité a sumar nuevos eslabones a la cadena de documentos. Ahora bien, ¿cómo, a partir de ello, se puede decodificar que, profundizar esa huella, es estar en contra de los historiadores?

Por otra parte quiero transmitirle a Burgueño que seguramente coincidimos en muchas visiones, por nombrar algunas: Artigas, Gómez, la victoria del no... Esta coincidencia no tiene porqué despertar en su espíritu halago –ni sentirse una amiga- por el solo argumento de tener una visión similar en esos temas. Por el mismo principio, tampoco debería sentirse atacada o enemiga porque manejemos distintas conclusiones sobre un tema particular. Trama de la cual seguramente coincidamos en lo medular: el compromiso de los sanduceros en la causa revolucionaria, por la cual pagaron con prisión o muerte.

Demás esta decirle a Burgueño que, como siempre, la bibliografía y los documentos originales por mi colectados están, como siempre estuvieron, a sus órdenes. Por mi parte con ansiedad esperaré, si es que existen, el aporte de nuevos documentos que, obviamente, no me desautorizarán a mi. Como planteé desde el primer mail de la red, tal vez echarían por tierra algunas de las conclusiones de su colega y correligionario Ariosto Fernández.

A riesgo de ser reiterativo quiero expresar públicamente que, de la misma forma que no fue mi intención atacar a quien se sintió ofendido en la anterior administración, le ruego, en este caso a Burgueño, que no se sienta comprendida en una inexistente embestida baguala. Creo haber expresado de forma concreta y con sólidas referencias mis diferencias a sus planteos en el libro. Y volviendo al razonamiento anterior, a lo sumo quizás se haya hecho buena fe en lo que habían escrito decenas de prestigiosos historiadores. Eso no es ningún pecado. Todos permanentemente escribimos de buena fe, aceptando ciertos hechos por buena tinta.

Ahora bien, desde la publicación del libro, he encontrado y me han enviado nuevos documentos que consolidan los planteos de Ariosto Fernández, razón por la cual, en caso de decidirme a incorporarlos en la segunda edición, me comprometo a revisar palabra por palabra el texto, ya que si he ofendido a alguien, hubiera cometido el mayor de los pecados: Subestimar al lector.

Cuando uno tiene respaldo documental y puede exclusivamente a él remitirse, eso debe hacer, porque todos sabemos que los contendores, muchas veces, recurren a la ofensa, al descrédito, o se hacen los ofendidos cuando no pueden mantener el nivel argumental a partir del exclusivo cotejo de hipótesis.
Para que no se me malinterprete quiero explicitar que este es un error o recurso escasamente utilizado por quienes pertenecen al mundo académico. Esto último lo digo y lo reafirmo para testimoniar que estoy totalmente seguro que Burgueño, por su formación, no recurre a fuegos de artificios y se limita a contrastar pruebas documentales, ya que éstas constituyen su mejor defensa.

Por otra parte, si en algún momento hubiese pretendido socavar su honor, no habría compartido avances inéditos de la investigación, a fines del año pasado. ¿Quién le adelanta su información y estrategia a quien, supuestamente, pretendería denostar? Cuando compartí mis trabajos sobre la Conspiración, tan solo sentía que tenía que ponerla a resguardo, amén de que constituía una obligación de orden comunicarle mis nuevas conclusiones y mis nuevos interrogantes, como el último que le planteé, a mediados de este año, acerca de sus aseveraciones en cuanto a que la “conjura” habría ocurrido en la casa de Tomás Paredes.
Por si acaso, quiero recordar que mi proceder dentro de la red de patrimonio, tanto con quienes comparten la historia oficial como con quienes no, ha sido intercambiar correos, en privado, para no abrumar con el tema a quienes no les interesa. Y así lo hemos hecho, y lo seguiremos haciendo enriqueciéndonos de las múltiples miradas, aportes y reflexiones.

Quizás pequé de inocente al considerar, como propias, aquellas felicitaciones extendidas de su parte a la Revista Acerca, donde se incluía mi artículo claramente cuestionador de la versión oficial de Casa Blanca. Siempre consideré a todos y cada uno de sus integrantes de dicha Revista, compañeros de ruta. Cuando Burgueño asumió su cargo en la actual administración, atribuí su silencio a la acumulación de actividades, como reiteradamente lo ha señalado. Jamás pensé que me pagaba con la moneda más cruel: “la indiferencia”, pero suspendí mis envíos a su casilla porque como todos pueden imaginar uno no puede mandar in eternum correos a alguien que no le responde ¿No le llegaron mis e-mail? Si es así podría reenviarlos, ya que aún los conservo en la bandeja de enviados.

Sin más por el momento me despido de todos los integrantes de la Red, con las palabras de Moscovici: Puede que actualmente haya otros conocimientos que adquirir, otras cuestiones que plantearse, partiendo no de lo que los demás han conocido, sino de lo que han ignorado.

Abrazos cerrados, Javier.


----- Original Message -----
From: Rubens Stagno
To: redpatrimoniopaysandu@todoserver.net
Sent: Monday, November 07, 2011 7:55 AM
Subject: [RED-PAT-PAY] RED(3324-d) La Conjura de Casa Blanca-Maria Julia Burgueño



De: Ma. Julia [mailto:mjuliab23@gmail.com]
Enviado el: lunes, 07 de noviembre de 2011 12:16 a.m.
Para: Rubens Stagno
Asunto: Re: [RED-PAT-PAY] RED(3324-c) La Conjura de Casa Blanca-BRECHA

Estimado Rubens y amigos de la Red de Patrimonio
por diversos motivos, entre los que se encuentran la acumulación de actividades y problemas de la gestión museística departamental, no he podido escribirles hasta el momento mi posición sobre el tema "Conspiración de Casa Blanca".
Porque no solamente estoy molesta por las consideraciones de Javier Ricca a mi persona y a destacados historiadores desde su publicación "Una mentira bicentenaria" sino porque es un debe historiográfico a la historia local.
A la brevedad escribiré al respecto
Cordiales saludos
Prof. María Julia Burgueño
……………………………………..

De: Javier Ricca [mailto:yerbamate@adinet.com.uy]
Enviado el: viernes, 04 de noviembre de 2011 09:46 a.m.
Para: Rubens Stagno
Asunto: Re: [RED-PAT-PAY] RED(3324) La Conjura de Casa Blanca

Estimados amigos de la red, en la última edición de Brecha, entre miradas variopintas del mejor de todos nosotros: Josef Artigas, se encuentran varios comentarios de libros sobre el bicentenario, comparto con ustedes espigas de un extenso artículo de Salvador Neves.

De cortesana a ciudadana

Este año no han llegado a este escritorio novedades nacionales de la talla de aquel Pueblos y soberanías, de Ana Frega, pero hay voces nuevas, reediciones que interesan y hasta buenos europeos que nos quieren mejores americanos.

La historiografía -que se le va a hacer- nació adulona. nació como un deporte cortesano cuya primera función consistía en legitimar al príncipe [...] Pero los rastros del pecado original andan todavía en la vuelta. No es necesario buscarlos hazañosamente en las librerías de viejo, pues incluso se reeditan. La tarea de revisar la herencia recibida de los tiempos en que se regía la antigua servidumbre no empezó hoy ni mucho menos. Falta mucho para completarla, sin embargo...

El pasado 11 de febrero el intendente sanducero Bertil Bentos descubrió una placa en Casa Blanca conmemorando los hechos allí ocurridos hace doscientos años, "La conjura de Casa Blanca", un cuentito lindísimo.

[...]

Ariosto Fernández recomendó sospecharlo. Ricca publico lo esencial de su investigación [Revista Acerca, Diario el Telégrafo, Revista Relaciones], meses antes del acto que descubrió las placas. Pero nada detuvo el furor conmemorativo... Ricca decidió titular el libro que editó este setiembre Una Mentira Bicentenaria...

[...]

En España y América -sostiene Piqueras-, del sacudón nació la "esfera pública", la política en sentido moderno. Entonces la conjura era mentira. La revolución no.


_______________________________________________
RedPatrimonioPaysandu mailing list
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http://lists.todoserver.net/mailman/listinfo/redpatrimoniopaysandu



--
María Julia

Prof. María Julia Burgueño
(00598)99726223
mjuliab23@gmail.com
Paysandú- Uruguay


__________ Información de NOD32, revisión 6370 (20110811) __________

Este mensaje ha sido analizado con NOD32 antivirus system
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Culminó "De fogón en fogón", la Gira Nacional de la película "Artigas - La Redota"


que recorrió -de la mano de ANTEL- todo el país durante setiembre y octubre.

Más de 18.000 uruguayos pudieron disfrutar del largometraje "Artigas - La Redota", de manera libre y gratuita, en pantalla gigante al aire libre, con proyección HD y sonido surround de alta fidelidad.
La pantalla inflable de Efecto Cine llegó una vez más hasta los 19 departamentos para proyectar la última película del nominado al Oscar: César Charlone.

22 funciones de cine al aire libre, con entrada libre y gratuita para todo público.
Todas las funciones fueron precedidas por espectáculos de músicos, recitadores, cantautores, poetas, grupos de danza y payadores a cargo de renombrados artistas locales.

A nuestro patrocinador -ANTEL-, a todas las Intendencias Departamentales, al Instituto de Cine y Audiovisual del Uruguay y a los equipos de realización y distribución de "ARTIGAS - LA REDOTA", nuestro mayor agradecimiento por permitirnos una vez más llegar a todo el país para brindar una función de cine de la más alta calidad, con una película de la más alta calidad, y en una experiencia colectiva y para todos los uruguayos por igual.
Gracias! El Efecto Continúa...
EFECTO CINE

Seguinos en:

www.efectocine.com
Info: produccion@efectocine.com

La Redota // Diario de Viaje
Disfrutá de las fotos y de los videos documentales de las funciones!!!

Set. 10 - Tacuarembó - Estadio Raúl Goyenola - 2512 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=4hyZaQ7VsU4

Set. 11 - Curtina . Plaza Pueblo Curtina - 566 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=tk-3nYaVC-I

Set. 15 - Colonia del Sacramento - Liceo Nro. 1 - 382 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=Tc8MbRxKMtI


Set. 16 - Mercedes - Club Praga - 511 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=w7kXIv54Lhs


Set. 17 - Fray Bentos - Teatro de Verano - 2470 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=QUDeSW5bOHk

Set. 22 - Trinidad - 20:00 - Cine Plaza - 311 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=dI3T11_wF38

Set. 24 - Durazno - 20:00 - Plaza Carlos Gardel - 505 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=Zg8HUiaBlUg&feature=related

Set. 25 - Rivera - 20:00 - Plaza 18 de Julio - 1203 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=Xt5S_1CPx2U&feature=related

Set. 30 - Paysandú - 20:00 - Estadio Cerrado - 410 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=eXwzDckD5Ss

Oct. 1 - Salto - 20:00 - Plaza Artigas - 890 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=VKAQ_UtF-EU

Set. 25 - Artigas - 20:00 - Plaza Batlle - 875 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=_4K6ozZ03w0

Oct. 7 - Minas - 20:00 - Teatro Lavalleja - 533 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=mNB3jIVYFAQ

Oct. 8 - Treinta y Tres - 20:00 - Cine Municipal - 800 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=qSu9KZkp8Rc&feature=related

Oct. 9 - Melo - 20:00 - Predio Expo Melo 2011 - 1232 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=d7T7ItA46p8&feature=related

Oct. 14 - Rocha - 20:00 - Plazoleta Carlos Gardel - 491 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=TM_i9b_iIGE

Oct. 15 - Maldonado - 20:00 - Plaza San Fernando - 985 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=QIyFBjSP3VI

Oct. 16 - Florida - 20:00- Explanada de la Piedra Alta - 388 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=qSu9KZkp8Rc&feature=re

Oct. 20 - Carmelo - 20:00- Plaza Artigas - 877 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=FSAio94jDtE

Oct. 21 - Las Piedras - 20:00- Parque Artigas - 930 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=Mkygup1iNxo

Oct. 22 - San José - 20:00- Teatro Macció - 436 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=W09aOzwsg4Q

Oct. 29 - Montevideo - 20:00 - Museo Blanes - 988 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=f5RtHMBgxUU

Oct. 30 - Ismael Cortinas - 20:00 - Patio de La Casona - 312 espectadores
MIRÁ EL VIDEO!!! - http://www.youtube.com/watch?v=HKyFL0KEwNI


Para remover su direccion de esta lista haga click aqui

VideosPor Diego Esteban Parodi Güiscafré,